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Razões pra conhecer Washington D.C.


Viagem e Turismo Coleção Primeira Viagem Guia Estados Unidos pela Primeira Vez Ed 3 2009

Veja você que a revista Forbes elegeu em agosto Washington D.C. a cidade mais “cool” dos EUA. Se eu não conhecesse a capital americana, pensaria “que diabos tem de cool naquela terra de engravatados”?
Muito. D.C. tem uma vibe urbana super intensa. Nada a ver com Brasília (se é isso que vem na sua cabeça), que tem coisas bacanas mas dispostas naquelas super quadras estranhonas e não afeitas a pedestres. D.C. tem, além de museus fantásticos, ruas interessantes de restaurantes e bares, lojinhas, áreas verdes e multiculturalismo (vide a profusão de restaurantes da Etiópia). O traçado da cidade é elegante e funcional, e seu tamanho discreto não dá aquele desespero de quando você chega em Londres ou Nova York e não sabe por onde começar.

Sete praias do litoral da PB são classificadas como impróprias


Praia do Bessa sofre com esgoto clandestino (Foto: Rammom Monte/Globoesporte.com)Praia do Bessa sofre com esgoto clandestino
(Foto: Rammom Monte/Globoesporte.com)
O relatório semanal de baneabilidade da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) classificou sete praias do litoral da Paraíba como impróprias para banho.
Conforme o relatório, que é válido até a próxima sexta-feira (21) de  março, as sete praias que devem ser evitadas pelos banhistas são:
Praia do Jacaré, localizada em Cabedelo, margem direita do estuário do Rio Paraíba, a praia de Manaíra que tem toda sua extensão imprópria, do Seixas no trecho de 100 metros à direita e à esquerda das palhoças, praia da Penha, 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do do Rio Cabelo, Maceió localizada em Pitimbu, 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho, praia do Bessa I, trecho de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Maceió do Bessa e praia doBessa II, trecho de 100 metros à direita e à esquerda da galeria de águas pluviais.
Outras 49 praias liberadas para o banho, classificadas nas categorias excelente, muito boa e satisfatória. Apesar das praias recomendadas, a Sudema orienta que os banhistas evitem os trechos localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.
O monitoramento das praias e feito semanalmente nos municípios localizados em centros urbanos com grande fluxo de banhistas: João Pessoa, Lucena e Pitimbu. Nos demais municípios do litoral paraibano, a análise é realizada mensalmente.

Turista dribla alta do IOF em gasto no exterior


BRASÍLIA - Depois de o governo encarecer as compras com cartão de viagem pré-pago e com cartão de débito no exterior, os turistas brasileiros buscam alternativas menos convencionais para driblar o custo adicional nos gastos em moeda estrangeira. A abertura de uma conta corrente em outro País e o uso de cartões pré-pagos de empresas com sede no exterior são algumas das opções encontradas.

Na próxima viagem para os Estados Unidos, em abril, o servidor público Bruno Felipe de Andrade pretende comprar a moeda americana no Brasil e levar em espécie para o exterior. Lá, ele comprará um cartão pré-pago de uma empresa daquele país e carregará com os dólares levados do Brasil.
"Acredito que a vantagem é pagar o IOF (imposto sobre operações financeiras) de 0,38% da compra do dólar em papel, bem como a segurança de não ter que ficar circulando com grande quantidade de dinheiro vivo", afirmou Andrade, que vive em Curitiba. Se ele levasse um cartão pré-pago adquirido no Brasil, o imposto seria de 6,38%. Para a compra de moeda em espécie, o IOF é de 0,38%.
Em 2013, antes da alta do imposto, Andrade já havia viajado aos EUA. Naquela ocasião, a maioria dos seus gastos foi em cartão pré-pago levado do Brasil. Agora, essa opção está mais cara. Há um mês, em pleno período de férias, o governo federal aumentou de 0,38% para 6,38% as compras com cartão de débito no exterior, cheques de viagem (traveller checks) e saques de moeda estrangeira.
Crédito. O site Melhores Destinos, que foi criado em 2007 para dar informações sobre viagens e hoje tem mais de 2 milhões de seguidores, levantou as alternativas buscadas pelos turistas para driblar a alta do IOF. Segundo o fundador da página, Leonardo Marques, uma das principais opções é a abertura de conta no exterior.
O leitor Felipe Carnot relatou ao site que abriu há mais de um ano uma conta no Banco do Brasil Américas, que tem sede em Miami e faz parte do grupo do BB. Desde então, ele fez quatro viagens internacionais e não precisou mais comprar dólares e euros em espécie ou tampouco recarregar cartões pré-pagos. Ele transfere pela internet, da conta brasileira para a estrangeira, o dólar com cotação comercial e com IOF de 0,38%.
Segundo o BB, nesse tipo de conta o consumidor tem direito a um cartão de débito e não paga tarifa de manutenção se tiver saldos médios mensais acima de US$ 1 mil. O banco tem hoje 1 milhão de clientes em unidades no exterior. A maior parte deles, entretanto, é de argentinos no Banco Patagonia (controlado pelo BB na Argentina) e de brasileiros que vivem no Japão e em Portugal.
O professor da FGV Patrick Behr, especialista em finanças, afirma que não existe fórmula para decidir como levar dinheiro ao exterior. O fator mais importante a ser considerado, segundo ele, é o tempo que o turista ficará fora do País e a frequência com a qual ele viaja. Para o professor, a opção de abrir uma conta no exterior só vale a pena para quem vai ficar fora do Brasil por mais de três meses.
"Para quem viaja em um mês de férias não é viável abrir conta em outro país. Será muito trabalho", afirmou. Segundo os cálculos dele, para um gasto de US$ 1 mil, a economia seria de apenas de US$ 30 ou US$ 40.
Além disso, ele destaca que a administração de uma conta no exterior exige que a informação seja declarada no Imposto de Renda, o que representa trabalho adicional.
Se o brasileiro concluir que vale a pena abrir conta no exterior, Behr sugere que pesquise as opções nos bancos internacionais para comparar taxas.
Para Pedro Henrique Mello, engenheiro brasileiro que se mudou para a França para trabalhar numa petroleira europeia, o ideal é não fazer nem mesmo o câmbio em espécie no Brasil.
"Eu indico a quem vem me visitar que traga reais para trocar por euros aqui." No mesmo dia, segundo ele, 1 euro custava R$ 3,278 em uma casa de câmbio na França e R$ 3,303 no Brasil. "A desvantagem é que, se o turista não conhecer o lugar, pode parar numa zona muito turística e pagar mais caro", ponderou.

Veja a lista com todos os cruzeiros aprovados pela Anvisa para a Temporada 2013/2014


Muito se pesquisa antes de embarcar, porém poucos se lembram de verificar uma importante informação sobre o cruzeiro: as condições sanitárias da embarcação. Confira a lista da Anvisa com os cruzeiros aprovados que estarão no Brasil


Sonho de consumo de muita gente, a viagem de navio está cada vez mais acessível a todas as classes. Só que os baixos preços e as condições de pagamento super facilitadas geralmente são os principais quesitos que os usuários utilizam na escolha do cruzeiro. Com isso, grande parte dos turistas não levam em consideração uma importante informação na hora de escolher a embarcação para a viagem: a classificação sanitária do navio.
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), cerca de 95% dos navios que estiveram na última temporada foram aprovados na inspeção sanitária. Das 41 embarcações fiscalizadas -entre navios e cruzeiros- apenas duas foram reprovadas. As notas entre 0 a 5 mil pontos são divididas em A, B, C e D. Foram 39 notas A e B e apenas duas notas D (não houve nota C). Ao total foram realizadas 62 vistorias, sendo algumas delas surpresas e outras agendadas. A fiscalização pela Anvisa ocorre desde 2004.
Os navios Crystal Serenity (Crystal Cruises) e Massdam (Holland America) foram os únicos reprovados nos testes da Anvisa, em ambos os casos as condições sanitárias foram consideradas insatisfatórias.
Na última temporada foram comunicados a Anvisa 455 casos de diarreia aguda a bordo de navios, sendo que foram registrados dois surtos da doença neste período. Estes casos representaram 82% dos relatos de doenças a bordo na temporada 2012/2013. Em segundo lugar veio a Síndrome Gripal com 15% das notificações.
Na atual temporada haverá uma diminuição do número de transatlânticos pelo litoral brasileiro. Serão 12 cruzeiros, três a menos que na temporada anterior. A expectativa é que 668 mil passageiros embarquem entre os meses de novembro e março de 2014.
Dos 12 cruzeiros que visitarão o país nesta temporada, apenas o MSC Poesia e o MSC Preziosa não foram vistoriados pela Anvisa.Confira aqui a lista com as notas de todos os navios e cruzeiros que já passaram pelo Brasil desde 2011.
Confira a lista com todos os Cruzeiros aprovados pela Anvisa que farão a Temporada 2013/2014 (por ordem alfabética)

Mais Informações em: Ecoviagem

Motéis querem hospedar turistas na Copa e ganhar sistema de estrelas


[Por G1, 17/09/2013]
Saem a cama redonda, as paredes vermelhas e os canais eróticos. Entram as cores sóbrias, os móveis modernos, as camas com traços retos e a comida de chef. Os motéis brasileiros estão se preparando para receber turistas que vêm para a Copa do Mundo e para outros grandes eventos, e não só com as mudanças na decoração de seus quartos.
Eles querem entrar para o sistema de cadastro dos prestadores de serviços turísticos (Cadastur) do Ministério do Turismo, e serem reconhecidos pelo governo como meios de hospedagem alternativos que possam receber todo tipo de público, e não apenas casais.
Para isso, criariam uma entidade – a Associação Brasileira dos Motéis, ou ABMoteis – com o objetivo de “aprimorar” a imagem dos motéis junto à população e aos órgãos públicos. Eles também desenvolveram um projeto para um sistema classificatório com estrelas, semelhante ao que já existe para hotéis, mas com algumas adaptações.
“Reunimos diretores de motéis, arquitetos e outros profissionais e elaboramos o projeto em cima de regras já existentes para hotéis”, afirma Antonio Carlos Morilha, diretor da ABMoteis. Ele diz que, caso o sistema seja aprovado, a adesão será facultativa para o estabelecimento.
O projeto está em avaliação no Inmetro, responsável por definir esse tipo de regra.
O Ministério do Turismo afirma que teria que haver mudança na lei 11.771/2008 (Lei Geral do Turismo) para incluir os motéis entre os meios de hospedagem, e que antes de qualquer modificação “o tema deve ser amplamente debatido em espaços como a Câmara Temática de Legislação, do Conselho Nacional de Turismo, audiências e consultas públicas”.
Sem surpresas
Na prática, os motéis já recebem hóspedes quando as vagas se esgotam nos meios de hospedagem tradicionais. Em grandes eventos, como o prêmio de Fórmula 1 em São Paulo, muitos turistas recorrem a essa opção de hospedagem.
Mas a recepção acaba acontecendo no improviso, e às vezes ocorrem problemas. Durante a Copa das Confederações, por exemplo, estrangeiros ficaram surpresos ao fazerem reservas em motéis no Recife e constatarem o que é esse tipo de estabelecimento no Brasil – em outros países, como nos EUA, o nome é usado para locais que não são focados em encontros amorosos.
Segundo Morilha, a ideia é criar uma cartilha para ensinar os motéis a receber os estrangeiros.
Na proposta da ABMoteis, sugere-se que os estabelecimentos tenham opções de hospedagem por 3, 12 ou 24 horas. No caso de diárias de 24 horas, eles teriam que registrar os clientes, como num check-in comum de hotel, desativar os canais de TV pornográficos e servir café da manhã.
A ideia é buscar esse público principalmente durante a semana, quando os motéis têm menos demanda. Segundo a ABMoteis, em dias úteis as diárias desses estabelecimentos custam quase a metade do preço dos hotéis de categoria semelhante.
Os proprietários também querem ter acesso a benefícios aos quais a hotelaria nacional já tem direito, como financiamentos públicos para qualificação profissional e para reformas.
Crianças
O ponto mais delicado da questão é em relação à entrada de crianças e adolescentes. A ABMoteis pretende que seus associados possam receber inclusive casais com filhos.  Atualmente, a lei proíbe que menores de idade se hospedem nesse tipo de estabelecimento. Segundo Antonio Morilha, a intenção é conseguir que eles sejam aceitos caso estejam comprovadamente acompanhados de pai e mãe. “Vai ter que haver uma mudança de conceito e opinião da população”, diz.
Lazer dentro do quarto
De olho não só nos turistas estrangeiros, mas também nos casais jovens que não gostam da decoração erótica explícita, muitos motéis das capitais do país vêm redecorando seus quartos. “A decoração de motel hoje não é tão apelativa quanto era no passado. A tendência é que ela seja mais ‘clean’, mais chique”, afirma o arquiteto Ricardo Freire, que trabalha projetando motéis há 17 anos.
Ele acrescenta que os melhores estabelecimentos do ramo têm investido em quartos com automação de última geração e comida preparada por chefs de cozinha, e servida com talheres de prata.
Freire levou esse novo conceito “clean” até a Equipotel, maior feira de hotel e gastronomia da América Latina, que começa nesta segunda-feira (16) em São Paulo. Ele construiu um espaço que reproduz a entrada, a recepção e dois quartos de motel, usando módulos pré-prontos. Com tecnologia coreana, esses módulos são vendidos como uma alternativa para investidores que já querem receber hóspedes na Copa do Mundo de 2014.
O arquiteto defende que as pessoas que escolherem os motéis para se hospedar podem ter à sua disposição piscina e outros diferenciais presentes nos hotéis comuns, só que dentro do quarto, e não fora.
O único item do qual o setor não abre mão é dos espelhos no teto – ou ao menos nas laterais da cama. “Isso sempre vai continuar. É o diferencial, a assinatura do motel”, diz Freire.
Os motéis no Brasil
- São em torno de 5 MIL
- Movimentam
R$ 4 BILHÕES por ano
- Devem faturar 20% A MAIS em 2013
- Devem receber 15% MAIS CLIENTE em 2013
- Registram cerca de 100 MILHÕES de hospedagens por ano
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Vontade de viajar cresceu mais entre os belo-horizontinos


Capital mineira registrou o maior aumento de intenção de viagem entre sete cidades do país

17/09/2013 De acordo com o último levantamento feito pelo Ministério do Turismo, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, a cidade que mais registrou aumento das intenções positivas de viagem foi Belo Horizonte (de 30,4% para 37,9%). Na sequência estão Brasília (de 35,1% para 42,3%), Recife (de 23,9% para 26%) e Salvador (27,4% para 29,4%). Verificou-se declínio em Porto Alegre (33,3% para 30,4%), Rio de janeiro (de 26,2% para 22,8%) e São Paulo (de 29,3% para 29,2%). A pesquisa se chama Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem e contém informações coletadas com dois mil cidadãos em sete capitais do país: Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. O estudo, feito em agosto, mede a intenção de viagem dos entrevistados nos próximos seis meses. “O desejo do brasileiro de viajar pelo próprio país cresceu. Cabe ao governo e setor produtivo trabalhar para o turista ter um bom nível de serviço e manter a vontade de visitar novos destinos no Brasil, gerando emprego, renda e inclusão social”, afirma o ministro do Turismo Gastão Vieira. Mais da metade dos entrevistados que manifestaram desejo de viajar (53,7%) escolheram a região Nordeste. A região lidera a intenção de viagem com mais que o dobro de pretendentes que a região Sudeste (19,7% das intenções) e o triplo da região Sul (15,5%). Sozinha, a região Nordeste atrai mais turistas que todas as outras quatro regiões somadas. Os meios de hospedagem alternativos também conquistam espaço entre os viajantes. A procura por casas de amigos e parentes aumentou de 35,1% para 37,8% no último ano (de agosto de 2012 a agosto de 2013). Ela é ainda mais expressiva entre os viajantes que ganham até R$ 2.100 (64,9%) e com renda entre R$ 2101 a R$ 4.800 (49,1%). A Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem contém informações coletadas com dois mil cidadãos em sete capitais do país: Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. O estudo, feito em agosto, mede a intenção de viagem dos entrevistados nos próximos seis meses.

Intenção de viagem pelo País cresce entre brasileiros


Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (7) mostra que os brasileiros continuam dispostos a viajar pelo País, impulsionando o turismo doméstico nos próximos seis meses. Na pesquisa "Intenção de viagem", a Fundação Getúlio Vargas entrevistou mais de duas mil pessoas. Entre os entrevistados, 30,4% manifestaram intenção de fazer as malas até janeiro de 2014. Em julho de 2012, esse percentual era de 27,9%.
Entre os mais de dois mil entrevistados de sete cidades brasileiras que declararam a intenção de viajar, 72% apontaram um destino do Brasil e apenas 27,9% do exterior. As famílias com renda familiar de até R$ 2,1 mil foram os que mais aumentaram a intenção de viagem pelo País (de 86,4% em julho de 2012 para 97,6% em julho de 2013).
Entre as famílias de renda intermediária, entre R$ 2,1 mil a R$ 4,8 mil, a intenção de viagem recuou dentro da margem de erro (de 81,1% para 78,7% no último ano). 
"O viajante de baixa renda é um público cada vez mais importante para o turismo doméstico brasileiro", diz o ministro do Turismo, Gastão Vieira.
Também houve uma queda média substancial entre os que pretendem viajar de avião (53,2% em julho de 2012 para 43,7% em 2013) e um aumento considerável entre os que desejam viajar de automóvel (23,2% em 2012 para 33,1% em 2013).
Dados 
Dados do Ministério do Turismo revelam que as 80 maiores empresas do setor de turismo no Brasil faturaram R$ 57,6 bilhões e empregaram 115 mil pessoas nos 27 Estados brasileiros em 2012. O setor cresceu 13,1% em 2012 em comparação ao ano anterior.
Em sua nona edição, a Pesquisa Anual de Conjuntura Econômica do Turismo é uma radiografia do setor traçada pelos próprios empresários. O levantamento indica significativa melhoria na evolução de preços na comparação entre o realizado em 2012 e as expectativas para 2013.

FONTE: Brasil Gov.


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