- Movimentam
R$ 4 BILHÕES por ano
- Devem faturar 20% A MAIS em 2013
- Devem receber 15% MAIS CLIENTE em 2013
- Registram cerca de 100 MILHÕES de hospedagens por ano
Capital mineira registrou o maior aumento de intenção de viagem entre sete cidades do país
17/09/2013 De acordo com o último levantamento feito pelo Ministério do Turismo, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, a cidade que mais registrou aumento das intenções positivas de viagem foi Belo Horizonte (de 30,4% para 37,9%). Na sequência estão Brasília (de 35,1% para 42,3%), Recife (de 23,9% para 26%) e Salvador (27,4% para 29,4%). Verificou-se declínio em Porto Alegre (33,3% para 30,4%), Rio de janeiro (de 26,2% para 22,8%) e São Paulo (de 29,3% para 29,2%). A pesquisa se chama Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem e contém informações coletadas com dois mil cidadãos em sete capitais do país: Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. O estudo, feito em agosto, mede a intenção de viagem dos entrevistados nos próximos seis meses. “O desejo do brasileiro de viajar pelo próprio país cresceu. Cabe ao governo e setor produtivo trabalhar para o turista ter um bom nível de serviço e manter a vontade de visitar novos destinos no Brasil, gerando emprego, renda e inclusão social”, afirma o ministro do Turismo Gastão Vieira. Mais da metade dos entrevistados que manifestaram desejo de viajar (53,7%) escolheram a região Nordeste. A região lidera a intenção de viagem com mais que o dobro de pretendentes que a região Sudeste (19,7% das intenções) e o triplo da região Sul (15,5%). Sozinha, a região Nordeste atrai mais turistas que todas as outras quatro regiões somadas. Os meios de hospedagem alternativos também conquistam espaço entre os viajantes. A procura por casas de amigos e parentes aumentou de 35,1% para 37,8% no último ano (de agosto de 2012 a agosto de 2013). Ela é ainda mais expressiva entre os viajantes que ganham até R$ 2.100 (64,9%) e com renda entre R$ 2101 a R$ 4.800 (49,1%). A Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem contém informações coletadas com dois mil cidadãos em sete capitais do país: Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. O estudo, feito em agosto, mede a intenção de viagem dos entrevistados nos próximos seis meses.
| Johannes Eisele -24.jul.12/France Presse | ||
| Placa do metrô de Londres em estação próxima ao Big Ben; meio de transporte completou 150 anos |
A Champs Elyseés, sempre presente na lista de muitos turistas que visitam Paris, está se transformando com aluguéis exorbitantes e afastando varejistas como a multinacional britânica Virgin, que provavelmente irá ceder espaço a outro grupo estrangeiro que deseje expor seus produtos a mais de 300 mil observadores por dia.
A unidade de livros e música da Virgin Megastore, que é conhecida na França como uma varejista de cultura, é a última a deixar a Champs depois que as redes de roupas, produtos de luxo e de exposição de automóveis assumirem o controle.
Os cinemas, que já dominaram as fachadas, foram reduzidos à sombra do que já foram, apesar de um par de famosas salas terem sobrevivido.
Custando 18 mil euros por metro quadrado, a avenida arborizada e com calçadas largas, que se estende por dois quilômetros, do Arco do Triunfo à praça da Concórdia, foi considerada a terceira rua mais cara do mundo para os lojistas pela Cushman & Wakefield, depois da Causeway Bay em Hong Kong e da Quinta Avenida, em Nova York.
Entre as marcas que podem substituir a Virgin Megastore, apesar do aumento dos aluguéis de 30% no ano passado, estão a Apple, a loja de roupas norte-americana Forever 21 e a Volkswagen.
"Com 30 milhões de turistas por ano, a Champs se tornou uma espécie de local obrigatório para as principais marcas, que, logicamente, querem ter uma vitrine por lá", disse a porta-voz do comitê da Champs Elysees, que reúne os varejistas da avenida.
Outras empresas que abriram uma loja por lá são Abercrombie & Fitch, Banana Republic, Disney, Gap, Guerlain e a especializada em chocolates Jeff de Bruges, enquanto a joalheria Tiffany é cotada para substituir uma das muitas lojas de fast-food no próximo ano.
"A Champs está em profunda transformação", reconheceu Dominique Giraudier, diretor do Group Flo, que planeja fechar seu restaurante Bistro Romain.
Cerca de 15 cinemas foram fechados nos últimos 25 anos, mudando a imagem de uma avenida que, mesmo assim, continua popular nas noites de fim de semana.
Contudo, as autoridades municipais estão preocupadas que a imagem da Champs Elyseés possa ser afetada por uma certa "banalização", devido à presença maciça de marcas encontradas em todo o mundo.
O comitê da Champs Elyseés contesta essa opinião e destaca a diversidade de opções oferecidas - teatros, roupas, lazer e gastronomia - que continuam definindo a avenida.
FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/turismo/1211928-avenida-iconica-de-paris-champs-elysees-passa-por-transformacao.shtml
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